Reação construtiva



Quer apreciemos ou não, há um estado de emergência na área da saúde nacional e global que afetou de um modo ou de outro a vida de todas as pessoas, inclusive agravando a condição de muitas famílias, que passaram a ter que enfrentar carências ainda maiores.

Por outro lado, visto que se lamentar sobre como as coisas poderiam ser é atitude que tende a perpetuar o quadro, levará vantagem quem compreender que dificuldades e problemas costumam servir de combustível nas mãos dos que superam a si e também ao meio em que vivem.

"Não importa o que acontece, mas como você reage", diz uma velha máxima, cujo princípio se revela muito apropriado nessa fase de nossa história, especialmente se levarmos em conta que podemos não ter escolhido, ao menos não conscientemente, os desafios que enfrentamos, os quais por certo reclamam abordagem construtiva.

Neste sentido, o que decidirmos fazer como o que temos, a partir de onde estamos, será vital na definição do curso de ações que promoveriam as mudanças tão necessárias em nosso dia a dia, sejam pessoais ou profissionais, sejam empresariais ou sociais.

Portanto, em vez de esperar que algo ou alguém nos mude a sorte, ou que mídias, políticos, instituições etc. anunciem o fim de qualquer crise, é bem mais sensato reconhecer que a responsabilidade pela mudança, acima de tudo, é individual, o que significa que ninguém desempenhará em nosso lugar o papel que é nosso por direito ou, dependendo da perspectiva, por dever.



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