Não há nomes incorruptíveis


Há um sem número de formas legítimas para qualquer pessoa fazer valer o seu direito: passeata, boicote; militância pró ou contra; voto válido ou nulo etc. Por outro lado, o que não dá mais é para continuarmos feito sonâmbulos, acreditando no que dizem os agentes de mercenários ou potenciais ditadores presentes em quase todo segmento da sociedade, embora tendam a se concentrar numa ou noutra área, às vezes, até travestidos de santos. Além disso, está mais do que na hora de fazermos valer o nosso direito ao protesto, pois, como em regra não há nomes incorruptíveis, embora votar seja um dever, nada nem ninguém é capaz de nos obrigar e eleger vagabundos, ladrões etc. Afinal, ainda que tentássemos camuflar o apoio aos marginais que podem tomar de assalto o Estado, nos igualaríamos aos tais se lhes déssemos qualquer tipo de apoio.